Um procedimento de liberação é revisado após uma ocorrência. Um transformador é substituído e a manobra associada muda. Dois operadores experientes se aposentam no mesmo semestre e levam com eles anos de convivência com as particularidades daquela instalação, enquanto três recém-contratados precisam estar aptos a atuar no pátio quanto antes. Nesse cenário, o INTERACT Studio ajuda a transformar o conhecimento da operação em treinamentos alinhados às mudanças e particularidades de cada subestação.
Nada disso é excepcional. É a rotina de quem gerencia operação e manutenção em transmissão, geração e distribuição. O que costuma pesar é a distância entre a velocidade com que a operação muda e a velocidade com que o treinamento acompanha. Quando cada atualização de capacitação depende de um novo projeto, de um novo orçamento e de um novo ciclo de desenvolvimento com um fornecedor externo, o programa prepara a equipe para a instalação de dois anos atrás, e não para a que está no campo hoje.
Há ainda um obstáculo menos visível. O conhecimento necessário para operar uma subestação com segurança não está reunido em um único documento: ele se distribui entre normas do setor, manuais operativos, procedimentos corporativos, características técnicas de cada ativo e, principalmente, a experiência dos profissionais que conhecem aquela instalação em detalhe.
Reunir esse material disperso e convertê-lo em uma jornada estruturada de aprendizagem exige um ambiente em que a própria empresa consiga organizar, atualizar e ampliar seus treinamentos sem depender de terceiros para cada nova manobra. É essa a função do INTERACT Studio, a plataforma web desenvolvida pela Ello XR para configurar e gerenciar a aplicação da Metodologia INTERACT no Entre Linhas, gêmeo digital onde o treinamento acontece.
Boa parte da dificuldade do setor elétrico está na especificidade das instalações. Um eletricista pode ter formação técnica sólida e ainda assim precisar aprender, do zero, os arranjos, os equipamentos, a filosofia de proteção e os procedimentos da subestação em que vai atuar.
Por que a capacitação em subestações não se resolve com aula teórica

Boa parte da dificuldade do setor elétrico está na especificidade das instalações. Um eletricista pode ter formação técnica sólida e ainda assim precisar aprender, do zero, os arranjos, os equipamentos, a filosofia de proteção e os procedimentos da subestação em que vai atuar.
A documentação da Metodologia INTERACT estima pelo menos três anos de treinamento prático e atividades supervisionadas até que esse profissional adquira autonomia para operar e manter uma subestação. A operação, no entanto, não tem três anos de folga a cada contratação, movimentação interna ou novo ativo incorporado ao portfólio.
Some-se a isso o limite mais evidente da prática em campo: nenhuma transmissora vai desligar equipamentos apenas para que uma equipe ensaie uma sequência operacional. O treinamento se concentra em aula teórica, leitura de manual e acompanhamento de profissionais experientes, um modelo que transmite bem o conteúdo, mas raramente cria a familiaridade necessária para executar sob pressão. Fica uma lacuna entre saber qual procedimento deve ser executado e conseguir executá-lo diante da instalação real, na ordem certa, no tempo certo e reconhecendo os sinais de que algo saiu do previsto.
A Metodologia INTERACT foi desenvolvida para reduzir essa distância. Concebida no âmbito do PROPDI ANEEL em parceria com a TBE, apoia-se na Taxonomia de Bloom, que organiza a progressão cognitiva do aprendizado, e no modelo de consciência situacional de Endsley, a mesma base científica dos simuladores usados na formação de pilotos: em ambientes onde o erro real é caro demais, o profissional pratica primeiro em um ambiente seguro.
Na plataforma Entre Linhas, o Digital Twin da Ello XR, procedimentos operacionais viram missões. O profissional percorre virtualmente a instalação, localiza equipamentos, executa ações na sequência prevista, erra sem consequência para o ativo e chega ao pátio já familiarizado com a situação.
Só que existe uma etapa anterior a essa experiência. Alguém precisa definir quais missões existirão, quais passos compõem cada uma delas, que informações aparecem ao operador em cada momento, como o desempenho será avaliado e o que precisa ser reforçado quando houver um erro. É nesse ponto que o INTERACT Studio entra na arquitetura da solução.
O cérebro e o corpo da solução
A arquitetura da Ello XR se organiza em três camadas com funções distintas e complementares.
A Metodologia INTERACT define a estrutura pedagógica, ou seja, como o aprendizado é construído, em que ordem e com base em quais fundamentos. O INTERACT Studio é o ambiente web em que essa estrutura é configurada de acordo com a realidade de cada empresa e de cada instalação. O Entre Linhas é o Digital Twin em que o profissional executa as missões e pratica as operações.
Uma forma direta de entender essa relação é pensar no INTERACT Studio como o cérebro e no Entre Linhas como o corpo. Sem a configuração feita no INTERACT Studio, o Digital Twin não tem o que executar, porque é no ambiente de configuração que a metodologia e os treinamentos ganham forma.
A separação também define quem usa o quê. O operador não acessa a plataforma para realizar uma manobra virtual, ele trabalha no Entre Linhas. Já gestores, administradores e especialistas técnicos utilizam o INTERACT Studio para desenhar a experiência que chegará ao profissional. A plataforma trabalha com níveis de acesso distintos, entre administrador, gestor e especialistas, o que permite que a própria organização controle usuários, permissões e responsabilidades dentro da sua governança interna.
Da documentação dispersa para uma base de conhecimento organizada
Antes de configurar qualquer missão, existe um trabalho de base: reunir o material que vai sustentar tecnicamente o treinamento.
O módulo de upload de documentos do INTERACT Studio organiza esse acervo em quatro categorias. A primeira reúne os fundamentos da metodologia pedagógica. A segunda concentra normas e regulamentações que regem o setor. A terceira abriga os procedimentos da empresa, como manuais operativos e instruções corporativas. A quarta é dedicada aos documentos específicos de cada instalação, com características técnicas dos equipamentos, procedimentos locais e filosofia de proteção daquele ativo.
Essa hierarquia não é apenas organizacional. Ela reproduz a forma como uma decisão operacional realmente se constrói no campo, combinando regras gerais do setor, políticas da empresa e particularidades da subestação em que o profissional está atuando naquele momento.
Com a base estruturada, um manual deixa de ser um arquivo consultado antes ou depois da atividade. Suas orientações passam a alimentar diretamente as ações, as perguntas, as mensagens pedagógicas e os critérios de avaliação que o profissional vai encontrar durante o treinamento.
Trilhas: capacitação com progressão definida
Treinamento operacional tem dependências. Antes de executar determinadas manobras, o profissional precisa conhecer a instalação. Antes de responder a uma ocorrência complexa, precisa dominar as operações recorrentes. E, antes de avançar, precisa demonstrar que assimilou o que veio antes.
Por isso, a Metodologia INTERACT organiza o aprendizado em trilhas, configuradas no INTERACT Studio em dois níveis. Existe uma trilha macro entre subestações, em que o conhecimento avança à medida que o profissional progride de uma instalação para outra, e uma trilha micro dentro de cada subestação, com a sequência de missões que compõem aquela etapa da formação.
Na plataforma Entre Linhas, essa lógica fica visível para quem está treinando. A segunda missão de uma subestação permanece bloqueada até que a primeira seja concluída, o que força uma progressão ordenada em vez de uma exposição aleatória a conteúdos de diferentes níveis de complexidade.
Do ponto de vista da gestão, isso substitui um critério informal, baseado em tempo de casa ou em quais atividades o profissional teve a oportunidade de acompanhar, por uma progressão desenhada dentro da própria arquitetura de aprendizagem.
Do procedimento operacional para a missão
A criação e a configuração de missões é uma das funções centrais do INTERACT Studio. As missões representam as atividades que o profissional vai executar dentro do Digital Twin, e os tipos cadastráveis acompanham as situações reais da operação: familiarização, liberação, normalização, emergência e ocorrência.
Cada tipo atende a uma necessidade diferente de capacitação. As missões de familiarização ajudam o profissional a reconhecer a instalação, os arranjos e os equipamentos. Liberação e normalização trabalham as manobras programadas previstas em manual, que concentram a maior parte da rotina das equipes. As missões de emergência desenvolvem percepção e tomada de decisão diante de sinais que exigem resposta rápida. Já as de ocorrência colocam o profissional diante de um evento já instalado, em que diagnóstico e ação corretiva ganham peso.
Na configuração de cada missão, o administrador define também os critérios de avaliação. É possível estabelecer o tempo padrão de execução, com margem de tolerância, o número de tentativas disponíveis e o percentual mínimo necessário para aprovação. A avaliação, assim, passa a observar o desempenho durante a experiência, e não apenas a resposta dada ao final de uma aula.
O Editor de Passos reproduz a lógica da manobra
Uma manobra é uma sequência, e a ordem importa tanto quanto a ação em si. Abrir o equipamento correto no momento errado pode gerar uma consequência tão grave quanto atuar sobre o equipamento errado.
O Editor de Passos do INTERACT Studio permite construir essa sequência com o mesmo nível de detalhe do procedimento operacional. Cada passo corresponde a uma ação sobre um equipamento específico da subestação, identificado pelo seu código, como abrir uma determinada chave seccionadora. O administrador visualiza todos os passos cadastrados para a missão e organiza a ordem que o operador precisará seguir.
No Entre Linhas, o profissional recebe o objetivo da missão e executa as ações correspondentes dentro da réplica virtual da instalação. Acertos e erros entram na avaliação, e um erro consome uma das tentativas disponíveis, representadas visualmente por baterias na tela, exigindo nova execução. A sequência deixa de ser uma lista a ser memorizada e passa a ser praticada.
A IA que trabalha dentro do universo da sua operação

Cadastrar manualmente dezenas de missões e centenas de passos poderia criar um novo gargalo para a equipe responsável pela capacitação. Foi por isso que desenvolvedores da Ello XR incorporaram assistentes de Inteligência Artificial.
No Editor de Passos, o administrador interage em linguagem natural com o assistente para apoiar a geração da sequência de uma missão, o que reduz o trabalho de cadastrar cada item individualmente. A mesma lógica se repete nos recursos pedagógicos e na criação de quiz.
Existe, porém, uma característica dessa arquitetura que merece atenção especial de quem opera ativos críticos: a IA trabalha exclusivamente dentro da base disponibilizada para aquela empresa. Os agentes acessam as referências da Metodologia INTERACT e os manuais de procedimento das instalações que foram importados para aquela instância, e não fazem consultas abertas na internet para definir como uma manobra deve ser executada.
Isso neutraliza um risco relevante em ambientes de alta tensão, que é receber uma orientação tecnicamente plausível em termos gerais, porém incompatível com o procedimento específico daquela instalação.
A segmentação também separa as informações entre clientes. Os documentos carregados por uma empresa permanecem restritos ao seu ambiente e não alimentam a instância de nenhuma outra. Para organizações que tratam procedimentos operacionais como informação sensível, essa arquitetura sustenta ao mesmo tempo a precisão técnica das orientações e a confidencialidade do acervo.
O Editor Pedagógico define o que acontece antes e depois de cada ação
Executar corretamente a sequência é parte do objetivo. A Metodologia INTERACT trabalha também a compreensão que sustenta a decisão, porque o profissional precisa reconhecer o que deve fazer, entender como fazer e identificar quando aquela ação é adequada.
O Editor Pedagógico do INTERACT Studio permite inserir intervenções em pontos específicos da missão. Sua organização visual funciona como um quadro em que, para cada passo, o administrador configura orientações em três momentos: antes da ação, depois de uma execução correta e depois de um erro.
Vale imaginar uma etapa em que o operador precise atuar sobre uma chave seccionadora. Antes da ação, o treinamento pode apresentar a informação necessária para que ele compreenda o estado atual da instalação. Se a execução estiver correta, a mensagem reforça a relação entre aquela decisão e a etapa seguinte. Se houver erro, a intervenção explica por que aquela escolha comprometeria o procedimento.
O gatilho dessas mensagens pode ser automático, com exibição obrigatória antes que o treinando prossiga. Na metodologia, esse material é classificado como conteúdo formativo, e é ele que transforma um erro virtual em registro pedagógico imediato. O profissional identifica a falha quando ela acontece, ainda com o contexto bem claro, e consegue relacioná-la diretamente à decisão que tomou.
É aqui que a base científica da metodologia aparece de forma mais concreta. As três dimensões cobertas pelas intervenções, o que fazer, como fazer e quando fazer, correspondem à progressão prevista pela Taxonomia de Bloom e aos níveis de percepção, compreensão e antecipação descritos no modelo de consciência situacional.
O quiz verifica o que a ação sozinha não mostra
Há conhecimentos que podem ser observados diretamente pela execução. Outros precisam ser verificados por perguntas, e é para isso que o INTERACT Studio conta com um Editor de Quiz.
O administrador cria questões associadas às missões para checar a compreensão do profissional sobre procedimentos, equipamentos e critérios de decisão. Com isso, a avaliação passa a olhar duas dimensões complementares. A primeira é a execução: o profissional realizou a manobra corretamente. A segunda é a compreensão: ele sabe por que aquela ação era necessária e reconhece os critérios que orientam a decisão.
A combinação entre as duas ajuda a identificar um cenário comum em treinamento operacional, que é o profissional capaz de repetir uma sequência decorada, mas que ainda apresenta lacunas na compreensão do processo e, por isso, tende a travar quando a situação foge do roteiro. Os quizzes também podem ser criados com apoio do assistente de IA, usando como referência a base documental configurada para a empresa.
Entre Linhas: onde a configuração vira experiência
Depois de configuradas no INTERACT Studio, as jornadas chegam ao Entre Linhas, o Digital Twin utilizado pelo profissional durante o treinamento.
O usuário seleciona a trilha, acessa a subestação correspondente e inicia as missões liberadas para o seu estágio de aprendizagem. A experiência acontece em primeira pessoa, dentro da réplica virtual da instalação. O profissional percorre o pátio, localiza os equipamentos e executa as ações previstas, com o apoio de um minimapa que auxilia na orientação espacial e na localização dos ativos.
Cada missão tem um objetivo declarado, como testar a operação de todos os equipamentos ou isolar um transformador para manutenção. Ao final, o desempenho é analisado e o sistema indica quais passos precisam ser repetidos.

O treinamento pode ser realizado com ou sem óculos de realidade virtual, o que amplia as possibilidades de uso sem transformar o hardware especializado em condição para toda a experiência. Para equipes distribuídas em várias instalações, essa flexibilidade costuma ser decisiva na adoção.
Relatórios que mostram onde está a dificuldade
Saber que um profissional foi reprovado diz muito pouco para quem precisa desenvolver uma equipe. O que muda a decisão da gestão é saber por quê.
O INTERACT Studio gera relatórios individuais de desempenho com diagnóstico, que podem ser impressos ou encaminhados ao RH e indicam ao próprio colaborador quais áreas de conhecimento precisam ser reforçadas.
Isso substitui a leitura binária de aprovado ou reprovado por uma análise mais útil no dia a dia. Um profissional pode ter dificuldade em reconhecer equipamentos no pátio. Outro pode conhecer bem a instalação, mas errar a ordem de uma sequência específica. Um terceiro pode executar tudo corretamente e ultrapassar o tempo previsto. São três problemas distintos, que exigem três respostas distintas de quem coordena a capacitação.
Ao registrar o desempenho ao longo das missões, a empresa também constrói um histórico da evolução de cada profissional, que passa a apoiar decisões de alocação, promoção e reforço de treinamento com base em dado, e não em percepção.
Junto com os relatórios, o gestor tem acesso, na área de Administrador, a seções como Equipe, Gerenciamento de Missões, Subestações, Competências, Empresa e Faturamento.
O ganho de escala aparece quando a empresa cria as próprias missões
Uma subestação não tem uma ou duas operações relevantes. Uma única instalação pode reunir dezenas de manobras programadas e ainda estar sujeita a um número indeterminado de ocorrências possíveis. Foi exatamente a amplitude dessa gama que motivou o desenvolvimento de uma plataforma de configuração, em vez de um pacote fechado de treinamentos.
Depois que o INTERACT Studio e o Entre Linhas estão implementados, a própria empresa amplia as missões sem depender da Ello XR para cadastrar cada nova manobra, com suporte disponível quando necessário. À medida que procedimentos são revisados, equipamentos substituídos ou novos riscos identificados, a capacitação acompanha o movimento no ritmo da operação.
Essa autonomia tem um desdobramento direto sobre a confidencialidade. Manobras críticas podem ser estruturadas pelos especialistas internos, dentro do ambiente da empresa, sem que todas as informações operacionais precisem ser compartilhadas com terceiros.
A escalabilidade, portanto, não se mede apenas pela quantidade de usuários que a plataforma comporta. Ela está na capacidade de fazer o ambiente de capacitação crescer junto com o parque de ativos.
Quando o conhecimento deixa de depender de quem está na escala
Ainda existe um risco que raramente aparece em indicadores, mas aparece na prática.
Uma parte importante do conhecimento de uma subestação costuma estar concentrada nos profissionais mais experientes. São eles que conhecem os detalhes do ativo, lembram das ocorrências anteriores, reconhecem as situações atípicas e sabem quais pontos exigem atenção especial em cada manobra. Quando essas pessoas mudam de função, deixam a empresa ou se aposentam, esse saber sai junto.
O INTERACT Studio oferece um caminho para transformar essa experiência em patrimônio organizacional. Especialistas internos estruturam missões, sequências, orientações, perguntas e critérios de avaliação com base no que aprenderam sobre cada instalação ao longo dos anos. O que antes dependia de transmissão oral entre um profissional experiente e outro em formação passa a integrar uma estrutura que pode ser atualizada, auditada e reutilizada a cada nova turma.
O programa de treinamento é da empresa. O conhecimento operacional fica na empresa, mesmo quando o profissional que o construiu não está mais lá.
Capacitação no ritmo da operação
A capacitação de equipes de subestações convive com uma tensão difícil de resolver: a operação muda continuamente, enquanto o conhecimento necessário para executá-la com segurança precisa estar disponível antes da próxima manobra, não depois dela.
É essa distância que o INTERACT Studio reduz. A Metodologia INTERACT fornece a arquitetura pedagógica. O INTERACT Studio permite que a empresa converta procedimentos, documentos e experiência técnica em trilhas, missões, passos, intervenções e avaliações. A plataforma Entre Linhas coloca tudo isso em prática dentro do Digital Twin da instalação.
O resultado é um ciclo em que a empresa cria, aplica, avalia e atualiza a capacitação no mesmo ritmo em que a operação evolui. Novas missões são incorporadas, procedimentos atualizados, especialistas registram seu saber-fazer, profissionais praticam antes de atuar no ativo real e gestores identificam dificuldades específicas para direcionar reforços.
Para organizações com múltiplas instalações, equipes distribuídas e conhecimento técnico concentrado em poucos profissionais, essa autonomia tem impacto direto sobre a continuidade operacional.
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